Você pode pensar que modelos flexíveis de trabalho (Open Talent) se restringem somente à camada estratégica.
Ledo engano gafanhoto.
Mas como alguém que supervisiona/executa pode se libertar das formas tradicionais de trabalho da mesma forma que alguém que está no topo da pirâmide e que não depende da mão na massa para ver o resultado do seu trabalho?
Bem, essa é uma boa discussão e vamos trazer uma luz ao assunto nesta edição.
Vem com a gente…

Tradicionalmente a camada operacional é a menos valorizada na cadeia produtiva.
Há quem questione isso uma vez que são eles que “fazem acontecer” de fato.
Para contextualizar o assunto precisamos retornar à época da Revolução Industrial que causou profundas transformações no modo de produção e também nas relações entre patrão e trabalhador.
Durante o auge da Revolução Industrial, os trabalhadores ingleses recebiam salários baixíssimos e eram obrigados a suportar uma longa jornada de trabalho.
A intensa exploração do trabalho do proletário fez com que os trabalhadores se organizassem em sindicatos.
Desde então, a relação trabalhista segue da mesma forma.
Mas o evento da pandemia do C-19 mudou de forma drástica a forma como as pessoas entendem a trabalho e as empresas foram forçadas as se adaptar ao “novo normal”.
Com isso houve uma flexibilização dessa relação trazendo novas nuances a ela.
É aí que entra a possibilidade da camada operacional se tornar as a service.
Tudo passa pela reorganização da execução das tarefas e por uma sigla muito conhecida nos dias de hoje.

IA
Muitos dizem que A Inteligência Artificial vai acabar com várias atividades hoje executadas por humanos mas o fato é que, para quem souber extrair dela seus máximo potencial, a vida vai se tornar mais bonita e leve.
Imagine o trabalho de um designer que tem como aliada uma ferramenta para a criação de logos, por exemplo.
O trabalho que ele executaria em dias fica pronto em minutos.
Além disso, utilizando-se de checkpoints e trabalho sob demanda é possível prestar serviços para várias empresas com excelência sem ser confundido com um freela.
Tudo é uma questão de posicionamento.
Isso demonstra que o Open Talent não é um movimento elitista que só faz sentido para a camada estratégica e mais privilegiada.

A ASCENSÃO NA CARREIRA
Fica evidente que um profissional tático/operacional que já atua segundo as premissas descritas nesse artigo abrevia sua ascensão para a camada estratégica, caso seja seu desejo.
O Open Talent possibilita isso.
Mas aí vem uma pergunta que faz parte dos questionamentos recorrentes quanto falamos de profissionais fracionais.
Quem certificou o profissional para ascender da camada operacional para a tática e dessa para a estratégica?
Entenda uma coisa, não existe um “fator certificador” que vai avalizar sua ascensão a não ser seus resultados.
Se como tático você já participou do desenho estratégico e sabe como fazer tendo resultados comprovados em sua trajetória, você está apto(a) a subir e se tornar um C-Level.
Ah, mas eu não tenho MBA.
Olha só, existem profissionais com larga experiência e track record que não têm MBA.
Ah, mas isso é exigência das empresas e fator determinante para contratações.
Depende.
Se você tem as características necessárias para assumir uma cadeira em uma camada superior à que está hoje e atua como as a service, a sua entrada em uma empresa pode ter uma via que não dependa de um RH, por exemplo.
E um MBA pode não ser um fator determinante para a sua contratação.
Em tempo: MBAs são importantes? Sim, mas não garantem que o profissional se torne um fora da curva.
Pra muita gente é apenas um papel emoldurado na parede de uma sala envidraçada.
Para finalizar deixamos uma frase para a sua reflexão.

𝘼 𝙫𝙚𝙧𝙙𝙖𝙙𝙚𝙞𝙧𝙖 𝙥𝙧𝙞𝙨𝙖̃𝙤 𝙣𝙖̃𝙤 𝙚𝙨𝙩𝙖́ 𝙣𝙖 𝙧𝙚𝙡𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙩𝙧𝙖𝙗𝙖𝙡𝙝𝙤 𝙢𝙖𝙨 𝙙𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙙𝙖 𝙨𝙪𝙖 𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚.

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