Se houvesse apenas C-level no mundo, quem executaria o trabalho e, não menos importante, quem gerenciaria a força produtiva?
Isso também vale para o mundo Open Talent que, naturalmente, teve sua fase inicial pavimentada pela liderança, mas vai muito além disso.
Os modelos de trabalho flexíveis vão se tornar cada vez mais frequentes, porém, não podem ser aplicados aleatoriamente, o que aconteceu no passado e trouxe uma série de implicações negativas.
É por isso que alguns pontos precisam ser levados em conta antes da opção pelo Open Talent, tanto por empresas, quanto por trabalhadores.

Não é só uma opção “barata”
O que é barato para você?
Um Porsche 911 por R$ 550 mil é barato.
Um Corsa 1.0 por R$ 60 mil é caro.
Um bom negócio é quando o preço é inferior ao valor, e nem todas as pessoas são capazes de ter essa percepção.
Por sorte, as que são capazes, geralmente, são mais bem sucedidas.
O Open Talent substituiu a posse do trabalhador, pela entrega de valor. Neste cenário, pessoas com alta densidade de valor podem ser beneficiadas com maior renda e balanceamento de risco, ao mesmo tempo que entregam mais resultado para empresas que, em outra situação, teriam que se contentar com o barato que sai caro.
É uma questão de encontro de pessoas evoluídas e, ainda bem, elas estão aparecendo em maior quantidade.

Só para quem tem gestão de verdade
O Open Talent definitivamente não é para qualquer contratante. Seguindo o conceito anterior, para substituir horas, que podem ser medidas por um relógio, por valor, que requer indicadores claros, é preciso ter gestão.
É por isso que uma das primeiras estratégias de expansão neste mercado foi através da preparação e inserção de profissionais C-level, ou EaaS, que são capazes de implementar estratégia de verdade e preparar o terreno para os próximos.
Não por acaso, empresas que já utilizam Open Talent nas camadas superiores, tem maior resultado na aplicação do conceito no tático e até mesmo no operacional.

Você é seu maior ativo
Para ter sucesso nesse mercado, o profissional deve, antes de mais nada, constatar que ele não é apenas um currículo ou os cargos anteriores.
A grande pergunta deixa muitos sem palavras é: Qual valor você gera?
Encarar a si próprio como um ativo, como a agente gerador de valor, é essencial não apenas para o posicionamento, mas para a crescente valorização neste mercado que cresce a cada dia.

Quer fazer parte da comunidade Opental?

Com o sucesso da EaaS (by Opental), levamos agora o modelo de escala em Open Talent também para profissionais de nível tático e operacional, construindo uma rede cada vez mais conectada de conhecimento e oportunidades.

A associação é gratuita e você será muito bem recebido por quem se interessa e já vive essa realidade.

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